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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou neste domingo (15/03), que o número de casos de coronavírus confirmados em Brasília subiu para 14, tendo o aumento de  6 casos em 1 dia.

Ao todo, 158 notificações de coronavírus na capital continuam sendo investigadas e 84 foram descartadas. O primeiro caso do novo coronavírus no DF foi confirmado no dia 5 de março. A paciente, uma mulher de 52 anos, que teria voltado de viagem à Europa, permanece internada em estado grave no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Fique por dentro dos casos confirmados em todo o mundo em tempo real (clique aqui)

Nesta quarta-ferira (11) foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF)  o decreto editado pelo governador Ibaneis Rocha suspendendo as aulas na rede pública e privada, eventos, festas e missas por cinco dias. A medida é resultado da ameaça de epidemia na capital federal provocada pela disseminação do novo coronavírus, que já atingiu vários países e foi classificada  hoje como pandemia pela Organização Nacional de Sáude (OMS). No DF já foram confirmados 2 casos da COVID-19.

No decreto, Ibaneis Rocha justifica a medida adotada pela menção da OMS divulgada nesta quarta-feira, que classificou o novo coronavírus como uma pandemia. No texto publicado é ressaltado ainda que a “saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República” e que, por isso, considera que a situação “demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal”.

Além de suspender as aulas, Ibaneis estendeu a medida para eventos que exijam licenças do Governo do Distrito Federal. Sejam eles de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a 100 pessoas, como: atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada.

O Ministério da Saúde informou nesta  quarta-feira (26/02) o primeiro caso de coronavírus no Brasil. Trata-se de um brasileiro de 61 anos que esteve na Itália entre 9 e 21 de fevereiro.

O caso aconteceu no estado de São Paulo, pessoas da família e quem esteve no mesmo avião do infectado estão em observação, algumas destas pessoas tiveram sintomas semelhantes aos do COVID-19.

O segundo caso confirmado também ocorreu em São Paulo, um homem de 32 anos que também esteve na Itália, o caso foi confirmado neste sábado (29/02).

Além dos casos confirmados ainda se sabe que cerca de 250 pessoas tem suspeita de COVID_19 no Brasil, já são exatamente 252 casos suspeitos.

De acordo com o ministério, ainda não existem evidências de que o novo coronavírus esteja circulando em território brasileiro.

No último sábado (08 de fevereiro) completou 1 ano do incêndio no Ninho do Urubu onde 10 jovens promessas do clube morreram. O incêndio foi causado por um curto-circuito em um ar-condicionado.

Em uma entrevista ao programa No Mundo da Bola, do canal TV Brasil, Rodolfo Landim, atual presidente do Flamengo, falou que pretende resolver logo a questão das indenizações das famílias, porém disse que o clube não vai aceitar qualquer valor solicitado por ser um “absurdo”.

Vale ressaltar que o ano de 2019 foi um ano vitorioso para o clube, principalmente na questão financeira, o clube chegou a arrecadar 900 milhões e já declarou que a meta para esse ano é de 1 bilhão. Muitos críticos mencionaram que o Flamengo por ter grande força financeira já poderia ter acabado com essa “novela”, o mesmo dizem os familiares que ainda não entraram em acordo com o clube.

Percebe-se também que os jogadores atuais do clube também se envolveram com essa “briga”, em entrevistas vários jogadores citam que “nada vai tirar a nossa dor, nem dos familiares”.

Abraham Weintraub, Ministro da Educação comete erros ortográficos na internet e internautas não perdoam, dizendo que “O Ministro da Educassão reprovaria no ENEM”

É fato que muita gente pode escorregar no português, nem sempre é fácil escrever de maneira correta, e ninguém quer se passar a ser conhecido como “chato da gramática” nas redes sociais,

Um dos erros de Weintraub foi fazer um post onde se colocaria contra uma série de fake news envolvendo seu nome. Nesse post ele diz que as fake news criadas contra ele comentava que ele incitava a violência. Porém ao escrever a palavra “incitaria” acabou trocando o “c” pelo “s”, formando a palavra “insitaria”.

Muitas críticas ao Ministro da Educação após esse post foi levantado, além disso foi levantado a hashtag “#ForaWeintraub” no Twitter, pois muitos acreditavam que ele não tem competência para representar a Educação.